domingo, 16 de junho de 2013

Situação de aprendizagem 3

Texto trabalhado: "PAUSA", de Moacyr Scliar para o 9º ano.

Atividade proposta por Miriam Cristina de Carvalho Santos e grupo.

Atividades

A) Leitura silenciosa;

B) Leitura compartilhada; 

C) Questões para interpretação do texto:

1 - Descreva as personagens centrais(antagonista e protagonista) física e psicologicamente.

2 - Que atitudes de Samuel demonstram que ele quer fugir da esposa? Você concorda com isso? Em sua opinião, por que ele não gostava de ficar com ela?

3 - A ação na narrativa começa quando Samuel sai de casa com seu carro. O local para onde ele vai é próximo de sua casa? Como é este lugar?

4 - A personagem tem pressa para chegar lá? Explique.

5 - Na sua opinião, por que as mulheres riram ao avistá-lo e comentaram:"Aqui, meu bem" ?

6 - Ele conseguiu atingir seu objetivo naquele lugar? Explique.

7 - O sonho é uma resposta do inconsciente em relação ao que vivemos no dia-a-dia. Por que, em sua opinião, Samuel teve esse sonho?

8 -
Como você achou que seria o desfecho desse conto? Coincidiu com o desfecho do autor ou não? Você ficou surpreso?


9 - No final, percebe-se que a personagem não tem pressa em voltar para casa. Que atitudes dela demonstram isso?

10 - Comente como é o domingo em sua casa. É em família? Almoçam juntos? Têm alguma atividade de lazer juntos?

D) Propomos para a turma assistir ao filme "Se eu fosse você" que trata do tema relacionamento, de uma forma divertida, como a apresentada no texto.

E) Fazer uma mesa redonda para debater o tema (relacionamentos difíceis), ouvindo as diferentes opiniões e possíveis soluções para o problema em questão.

Situação de aprendizagem 2

O texto trabalhado foi "Meu primeiro beijo" de Antonio Barreto.

Atividade proposta por Eunice de Lourdes Rebellato e grupo.

Meu primeiro beijo

Tempo: 3 a 5 aulasSérie: 7ª série (8º ano)

Competências e habilidades


1- Caracterizar o tipo, o gênero textual, o reconhecimento do foco narrativo e os elementos da narrativa. Biografia do autor e o tema da narrativa.

2-Levantamento do conhecimento prévio- vivências amorosas dos alunos.

3- Entrega do texto e divisão dos alunos em grupo.

4- Leituras silenciosa, individual.

5- Leitura do professor com entonação e a participação da fala do aluno.

6- Levantamentos de vocabulário usam de dicionário (estudo semântico )

Estratégias e Recursos

7- Sala de informática: pesquisa interdisciplinaridade (português/ciências). Atividades de leitura com hipertexto (Machado de Assis- Memórias Póstumas e Clarice Lispector- Conto Meu Primeiro Beijo

Avaliação

8- Elaborações de cinco questões relativas à interpretação de texto e troca das questões entre os grupos.

9- Atividades de socialização (roda de conversa): Interpretação oral, um aluno de cada grupo expõe as respostas elaboradas pelo grupo (oralidade)

10- O que eu aprendi? (gênero textual, tipo textual, reconhecimento do foco narrativo e elementos narrativos, biografia do autor e o tema da crônica)Finalização: Sugestões de filmes “Meu primeiro beijo” ou “Nunca foi beijada”. Sala de Multimídia.


Situação de aprendizagem 1

O texto trabalhado foi "Avestruz", de Mário Prata e a proposta para alunos do 6º ano.

Atividade proposta por Michel Ferreira dos Reis, Milene Patrícia Gianini e grupo.

Questões
1) Faça uma leitura silenciosa identificando as palavras que você não conhece. Em seguida, consulte o dicionário para saber seus significados.

2) Quais são as personagens presentes no texto?

3) Retire do texto as características da avestruz.

4) Faça uma pesquisa sobre um animal que você gostaria de ter.

5) Em que momento o garoto conheceu a avestruz?

6) O que levou o menino a desistir da avestruz?

7) Depois de assistir o filme “Os pinguins do papai” aponte semelhanças entre as histórias.


8) Com base na leitura do texto, desenhe uma avestruz. Em seguida, pesquise imagens desse animal.

Após essa atividade, mostra-se necessário uma explicação sobre a aparição de uma avestruz na crônica. Com isso, deve ser explicado e exemplificado que qualquer assunto pode aparecer em um texto literário. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Quanta saudade!!!!




Depoimento sobre leitura.


A leitura de outros depoimentos fez-me lembrar, de repente, de minha professora da 1a série, dona Bárbara, que ensinou-me a desvendar o mundo da leitura e da escrita, através da cartilha. Quanta saudade! Com certeza, foi ela a primeira pessoa a despertar em mim o gosto pela leitura. Mais tarde, vieram os inesquecíveis livros da série Vaga-Lume, os quais eu não lia e sim devorava, os gibis e, por fim, os clássicos. Entre leituras obrigatórias ( para as temidas provas dos livros) e leituras feitas com prazer ( pois fui uma assídua frequentadora da biblioteca de minha escola ) fui formando-me como leitora.

Acredito que minha vida seria muito triste sem os livros, pois sinto muito prazer em tê-los como companhia. Gosto muito de uma frase do célebre presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, que diz assim: '' amar a leitura é trocar horas de tédio por horas de inefável e deliciosa companhia'' .





aledossenaescritora.blogspot.com


De lembranças e leitura!


O depoimento do pintor Newton Mesquita e da filósofa Marilena Chauí me lembraram muito da minha infância e das minhas viagens realizadas pelas páginas dos livros. Quando era pequeno não tinha muitos amigos, somente os da escola e eles moravam um pouco longe, então eu acabava me trancando no quarto e lendo os livros que pegava emprestado na biblioteca da escola. Toda semana ia à biblioteca, pegava um ou dois livros para levar. Recordo-me que a bibliotecária vivia dizendo “Você realmente está lendo ou levando os livros para passear?” e eu brigava com ela “Mais claro que estou lendo”. E ficava horas lendo, quando ia à casa dos meus avós levava um livro e sentava na varanda da casa deles, enquanto minha família conversava e almoçava, eu estava lá concentrado na leitura.
De tanta leitura, arrisquei-me a escrever. Comecei com versos e depois com contos. Nunca gostei de mostrar o que escrevia. Só uns amigos mais próximos viram. Hoje, tenho menos vergonha de mostrar. Como Contardo Calligaris, acho que a escrita é libertadora. Quando escrevo parece que tiro o peso do mundo das minhas costas e isso me faz bem.